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01 . Aculturação 02 . Agência de viagem e turismo
03 . Agenda 21 04 . Agroturismo
05 . Alfabeto Fonético Internacional 06 . Alimentos Transgênicos
07 . Aluvião 08 . Antrópico
09 . APA - Área de Proteção Ambiental 10 . APP
11 . Aquecimento Global 12 . Aqüifero
13 . Asséptico 14 . Assoreamento
15 . Atrativo Turístico 16 . Avifauna
17 . Balneabilidade 18 . Bed & Breakfast
19 . Biodegradável 20 . Biodiversidade
21 . Biosfera 22 . Biota
23 . Bivaque 24 . Bóia-cross
25 . Buraco na camada de Ozônio 26 . Cannyoning
27 . Capacidade de Carga 28 . Caving
29 . Certificação 30 . CFC ou cloroflurcarbono
31 . Check In 32 . Check Out
33 . Chorume 34 . Chuva Ácida
35 . Cicloturismo 36 . Coleta seletiva
37 . Coleta seletiva de resíduos ou lixo 38 . Coliformes
39 . Compostagem 40 . Convention & Visitors Bureau
41 . Cooperativa de catadores 42 . Corredores Ecológicos
43 . Defeso 44 . Defeso
45 . Demanda Turística 46 . Desenvolvimento Sustentável
47 . Desertificação 48 . Desmatamento
49 . Diagnótico Turístico 50 . Diversidade Biológica
51 . Ecologia 52 . Ecologia de paisagem
53 . Ecossistema 54 . Ecótono
55 . Ecoturismo 56 . Educação Ambiental
57 . Efeito Estufa 58 . Enoturismo
59 . Entorno 60 . Epífita
61 . Espécie 62 . Espécime
63 . Estalactites 64 . Estalagmite
65 . Estuário 66 . Exótico(a)
67 . Extrativismo 68 . Fam Tour
69 . Fauna 70 . Flora
71 . Fluxo Turístico 72 . Forfait
73 . Gaia 74 . Gestão Ambiental
75 . Herbicida 76 . Hikking
77 . hotspot 78 . Ictiofauna
79 . Igapó 80 . Igarapé
81 . Impacto Ambiental 82 . Impacto do Turismo
83 . Incineração do lixo 84 . Incineração industrial
85 . Inventário Turístico 86 . Inversão térmica
87 . ISO 88 . Lençol freático
89 . Lixão 90 . Lixiviação
91 . Lixo Atômico 92 . Lixo Comercial
93 . Lixo Doméstico 94 . Lixo hospitalar
95 . Lixo Industrial 96 . Luau
97 . Manancial 98 . Maricultura
99 . Meio Ambiente 100 . Oferta Turística
101 . ONGs - Organizações Não Governamentais 102 . Operadora de Viagem
103 . Outros Plásticos Esp 104 . Parques Nacionais(PARNA)
105 . PEAD 106 . PEBD
107 . PET 108 . Piracema
109 . Planejamento Turístico 110 . Plano de Desenvolvimento Turístico
111 . Plano de Manejo 112 . Plano Diretor
113 . População Tradicional 114 . Pororoca
115 . PP 116 . Preciclagem
117 . Prodetur 118 . Programa
119 . Projeto Turístico 120 . PS
121 . PVC 122 . Quilombolas
123 . Rafting 124 . Reciclagem
125 . Recuperação (SNUC) 126 . Recurso Turístico
127 . Recursos não renovável 128 . Rejeito
129 . Reservas Biológicas 130 . Reservas Ecológicas
131 . Resiliência 132 . Restauração (SNUC)
133 . RIMA 134 . Sambaqui
135 . SNUC 136 . Tempo de degradação do lixo na natureza
137 . Trade Turístico 138 . Treking
139 . Turismo 140 . Turismo de Aventura
141 . Turismo Emissivo 142 . Turismo Receptivo
143 . Turismo Religioso 144 . Turismo Rural
145 . Turismo Sustentável 146 . Turista
147 . Unidade de Conservação 148 . Várzea
149 . Visitantes 150 . Xaxim
151 . Zoneamento
1 .
Aculturação
Transformação da cultura de um grupo, decorrente de assimilação de elementos culturais de outro grupo social, com que mantém contato direto e regular.


2 .
Agência de viagem e turismo
São empresas organizadas que tem a função de serem intermediárias de todos os serviços turísticos, permitindo o encontro da demanda com a oferta de serviços, além de prestar assistência turística aos viajantes ou turistas ( M Turismo)


3 .
Agenda 21
Criada pela comunidade internacional durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, é um processo de planejamento para mudanças no padrão de desenvolvimento, que analisa a situação de um País, Estado, Município ou Região. Estabelece metas para um futuro de forma sustentável, através do levantamento dos problemas e um planejamento a longo prazo do desenvolvimento do país. (Ibama).


4 .
Agroturismo
Denominação dada ao deslocamento de pessoas a espaços rurais, em roteiros programados ou espontâneos, com ou sem pernoite, para fruição dos cenários e observação, vivência e participação nas atividades agropastoris. Destacam-se aqui dois grandes aspectos que distinguem esse segmento do turismo rural. O primeiro é a produção agropastoril em escala econômica que representa a maior fonte de rendimento da propriedade e, o turismo, receita complementar. O segundo é que as próprias atividades agropastoris constituem, em si mesmas, o principal diferencial turístico. Neste caso, os turistas, para viverem a autêntica experiência da vida no campo, poderão ou não participar de uma rotina diária dos afazeres domésticos ou produtivos da propriedade. As instalações e equipamentos mantêm-se de forma original, tal qual utilizada pelos proprietários e trabalhadores e, se ampliadas para adicionalmente acomodarem os visitantes, deverão conservar as mesmas características arquitetônicas (BENI, 1999).


5 .
Alfabeto Fonético Internacional
A: ALPHA B: BRAVO C: CHARLIE D: DELTA E: ECO F: FOX G: GOLF H: HOTEL I: INDIA J: JULIET L: LIMA M: MIKE N: NOVEMBER O: OSCAR P: PAPA Q: QUEBEC R: ROMEU S: SIERRA T: TANGO U: UNIFORM V: VICTOR W: WHISKY X: XADREZ Y: YANKEE Z: ZULU


6 .
Alimentos Transgênicos
São plantios criados em laboratório de engenharia genética que permite alterações nos genes de um organismo, manipulando sua estrutura natural em busca de uma característica específica(Greenpeace).


7 .
Aluvião
Material depositado em leitos de rio, planícies de inundações e leques aluviais.


8 .
Antrópico
Relativo à presença e à ação do ser humano.


9 .
APA - Área de Proteção Ambiental
Área de Proteção Ambiental (APA) - são áreas que buscam a preservação da vida silvestre e dos recursos naturais conciliadas com as ações humanas. O objetivo maior é permitir o uso racional e sustentado do patrimônio natural e evitar a degradação ambiental. Segundo Ibama, atualmente, há, no Brasil, 22 Áreas de Proteção Ambiental. Exemplo recente é Jericoacoara(CE). (Ibama).


10 .
APP
Área de proteção Permanente (APP) são aquelas em que as florestas e demais formas de vegetação natural existentes não podem sofrer qualquer tipo de degradação. Estão previstas nos arts. 2º e 3º do Código Florestal ( Lei 4771/65)


11 .
Aquecimento Global
aumento da temperatura média do planeta, relacionado ao aumento do efeito estufa. A causa seria a emissão de gases lançados pelas atividades econômicas, sobretudo o monóxido de carbono, e dióxido de carbono(principal vilão), óxidos de nitrogênio, metano, CFC. Entre as conseqüências mais graves, estariam o derretimento das calotas polares e a expansão das moléculas de água do oceano devido ao calor, o que causaria grandes inundações.(Fonte: "agenda Ecológica Gaia 1992).


12 .
Aqüifero
Área de armazenamento natural de água para o lençol freático.O Brasil possui um dos maiores aqüiferos do mundo, o Guarani


13 .
Asséptico
Estéril, livre de micróbios que podem causar doenças.


14 .
Assoreamento
Entulhamento progressivo de espaços naturais por acréscimos de aluviões ou sedimentos.


15 .
Atrativo Turístico
É todo lugar, objeto ou acontecimento de interesse para o turismo (EMBRATUR, 1992). 2. "... todo elemento material que tem a capacidade própria, ou em combinação com outros, para atrair visitantes de um determinada localidade ou zona" (CERRO, 1992). 3. Constitui o componente principal e mais importante do produto turístico, pois determina a seleção, por parte do turista, do local de destino de uma viagem, ou seja, gere uma corrente turística até a localidade. Os atrativos turísticos podem ser naturais, culturais, manifestações e usos tradicionais e populares, realizações técnicas e científicas contemporâneas e acontecimentos programados.


16 .
Avifauna
O conjunto de espécies de aves e pássaros de determinada região ou de uma época.


17 .
Balneabilidade
Condição de determinada área de uma praia para banhos. Estabelecendo se ela é própria ou imprópria para o banho sem risco a saúde.


18 .
Bed & Breakfast
É o alojamento e café da manhã oferecido em residências familiares. Originário no Reino Unido, é muito freqüente nos países anglo-saxões do norte da Europa e também nos Estados Unidos. Na Alemanha, Suíça e Áustria utiliza-se a expressão Zimmerzu vermiten (quartos para alugar). (Min Turismo)


19 .
Biodegradável
Que pode ser decomposto na natureza(no solo e na água)


20 .
Biodiversidade
Variedade de bens, espécies e ecossistemas que fazem parte da biosfera.


21 .
Biosfera
Camada que envolve o planeta Terra, na qual existem formas de vida; estende-se desde alguns metros abaixo da superfície até alguns milhares de metros acima dela, incluindo os oceanos.


22 .
Biota
Conjunto de seres vivos que se inter-relacionam em uma região específica, de maneira cíclica ou permanente.


23 .
Bivaque
Forma de pernoitar na natureza sem a utilização de tendas ou barracas. Dormindo ao relento ou, no máximo, protegido por abrigos naturais.


24 .
Bóia-cross
É a descida de rios de corredeiras utilizando bóia.


25 .
Buraco na camada de Ozônio
Essa camada é essencial para a vida no planeta, pois filtra parte dos raios ultravioletas solares, mortíferos para as células. Entre 1965 e 1985 cientistas mediram uma redução de até 50% em áreas da camada sobre a Antártica, o que ganhou o apelido de " buraco na camada de ozônio". Os principais destruidores do ozônio são o CFC(clorofluorcarbono) e halons.(Fonte: Agenda Ecológica Gaia 1992).


26 .
Cannyoning
É a descida de penhascos e/ou cachoeiras, com auxílio de equipamento especial (rappel) (SÃO PAULO, sal.).


27 .
Capacidade de Carga
1. É a expressão genérica utilizada para designar os instrumentos de planejamento para o uso de áreas naturais e urbanas, protegidas ou não por legislação, visando à manutenção de sua qualidade ambiental, pela minimização de impactos negativos. Em geral, leva em consideração o número de pessoas suportável pela área, num dado tempo, que não comprometa aspectos biofísicos e permita ao mesmo tempo uma experiência agradável aos visitantes (SÃO PAULO, s.d.). 2. É a medida que determina o número máximo de visitantes (por dia, mês e ano) que o meio ambiente de uma área consegue suportar ao nível de subsistência, pelos recursos ambientais disponíveis, sem que ocorram alterações nos meios físico e social.Min Turismo


28 .
Caving
Visita e exploração de cavernas com finalidade turística.


29 .
Certificação
Procedimento pelo qual uma terceira parte dá uma garantia escrita de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados.


30 .
CFC ou cloroflurcarbono
Família de gases inventados pelo homem, não inflamável e de baixa toxidade, usados por décadas como propelentes de aerossóis, para fabricar espumas, limpar equipamentos de precisão e em motores de aparelhos de refrigeração.


31 .
Check In
É o horário de comparecimento ao aeroporto para despacho de bagagem e embarque. Dada a rigidez dos horários de vôo as companhias aéreas estabelecem a apresentação dos passageiros para uma hora antes nos vôos nacionais e duas horas para os internacionais. Após decorrido metade desse tempo, em princípio, a empresa pode começar a chamar a lista de espera do vôo. Também é o horário de entrada do hóspede no hotel, geralmente convencionada após ás 12:00 h. O dia no hotel começa às 6:00 h; contudo, a ocupação do quarto por hóspedes que chegam pode não ser possível até depois do horário estabelecido para o check-out - na prática, usualmente às 13:OOh. Para facilitar os hóspedes e servir como diferencial no mercado, algumas empresas hoteleiras utilizam o early check-in que, na prática, pode ser qualquer horário antes das 12:00 h. Min Turismo


32 .
Check Out
É o horário de saída do hóspede, do hotel. Registro de saída do hóspede do hotel, quando se dá o pagamento da conta relativa a sua estada, o que permite ao hóspede deixar as dependências do hotel com sua bagagem. Os hotéis costumam ter, afixado na portaria, esse horário para orientação do cliente, pois, caso ele venha a sair após esse prazo, o hotel se reserva o direito de cobrar mais uma diária. Entretanto, para facilitar os hóspedes e servir como diferencial no mercado, algumas empresas hoteleiras utilizam o late check-out que, na prática, pode ser qualquer horário após as 12 horas. Min Turismo


33 .
Chorume
Liquido de cor preta, mau cheiroso, resultante da decomposição da matéria orgânica encontrada no lixo, é um liquido de elevado potencial poluidor.


34 .
Chuva Ácida
Chuva contaminada por poluentes atmosféricos, como os óxidos sulfúricos(de enxofre) e nítricos(de nitrogênio), emitidos por exemplo pelas chaminés das indústrias e escapamento de automóveis. As gotas contaminadas(PH mais baixo) penetram no solo, envenenando-o, o que causa a morte de florestas. Também contaminam rios, lagos e corroem elementos como o mármore, ameaçando patrimônios artísticos.(Fonte: Agenda Ecológica Gaia 1992).


35 .
Cicloturismo
São viagens/passeios de bicicleta, realizados por estradas asfaltadas e/ou sem pavimentação (SÃO PAULO, s.d.).


36 .
Coleta seletiva
Coleta do lixo, e separação por diferentes tipos.


37 .
Coleta seletiva de resíduos ou lixo
Separação de vidros, plásticos, metais e papeis pela população para reutilização, ou reciclagem. Sem ela, esse processo pode ser impossibilitado. Por exemplo, não dá para reciclar papel que foi misturado a material tóxico. Na coleta seletiva em locais públicos, a identificação é feita por cores padronizadas: Azul para papel, Amarelo para metal, Verde para vidro, Vermelho para plástico, Branco para lixo orgânico(Fonte: Jornal Urtiga).


38 .
Coliformes
Bactérias ou seres unicelulares, presentes em expressiva quantidades nas fezes humanas e de outros animais. A presença de coliformes na água é sinal de contaminação fecal, podendo causar doenças.


39 .
Compostagem
Organização de catadores de lixo na forma de cooperativas incentivadas por algumas ONGS e Prefeituras, para facilitar o comércio de materiais recicláveis. Na verdade são trabalhadores informais que coletam grande quantidades de materiais recicláveis nos centros urbanos e os revendem a intermediários.


40 .
Convention & Visitors Bureau
É o organismo que algumas cidades dispõem para apoiar, fomentar e viabiliazar a captação de eventos e turistas (EMBRATUR, 1995).


41 .
Cooperativa de catadores
Organização de catadores de lixo na forma de cooperativas incentivadas por algumas ONGS e Prefeituras, para facilitar o comércio de materiais recicláveis. Na verdade são trabalhadores informais que coletam grande quantidades de materiais recicláveis nos centros urbanos e os revendem a intermediários.


42 .
Corredores Ecológicos
Porções de ecossistemas naturais ou seminaturais, ligando unidades de conservação, que possibilitam entre elas o fluxo de genes e o movimento da biota, facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas, bem como a manutenção de populações que demandam para sua sobrevivência áreas com extensão maior do que aquela das unidades individuais.


43 .
Defeso
Época do ano em que é proibido caçar ou pescar determinadas espécies.


44 .
Defeso
Época do ano em que é proibido caçar ou pescar determinadas espécies


45 .
Demanda Turística
É a quantidade de bens e serviços turísticos consumidos por empresas e/ou famílias, dado o nível de renda, os preços e necessidades dos consumidores (EMBRATUR, 1992).


46 .
Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento capaz de satisfazer as necessidades das gerações atuais mas sem comprometer as necessidades das gerações futuras.


47 .
Desertificação
Fenômeno no qual o solo perde a cobertura fértil, bem como os nutrientes que sustentam a vegetação, tornando-se improdutivo


48 .
Desmatamento
Corte ou queima da cobertura vegetal em determinada área da superfície terrestre; geralmente, é efetuado para a industrialização de madeira, para desimpedimento da área a ser ocupada, para a formação de pastos, etc.


49 .
Diagnótico Turístico
É a etapa do planejamento que descreve a situação atual do destino com base nos fatos, nas estatísticas e no seu histórico, obtidos pelo inventário. Ele depende da amplitude do estudo, do tipo do turismo e do local sobre o qual se realiza. O fator mais importante do diagnóstico é a apresentação de uma visão analítica do fenômeno turístico na localidade, das variedades que o determinam e das relações entre seus diversos componentes. Min Turismo


50 .
Diversidade Biológica
A variedade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.


51 .
Ecologia
Do Grego, Eco(casa) e logos(estudo). Palavra criada em 1866, por Ernst Haeckel, um discípulo de Charles Darwin, para designar a ciência que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ou ambiente.


52 .
Ecologia de paisagem
Denominação dada à convergência de disciplinas: antropologia cultural, economia, geografia, biologia, psicologia e outras. Procura padrões para o adequado maneja de paisagens.


53 .
Ecossistema
Unidade de funcionamento do meio ambiente. Pode ter qualquer tamanho. Um ecossistema tem dinâmica própria, resultante da relação entre todos os seres vivos. Seu funcionamento segue mecanismos que influenciam formas de reprodução, migração e comportamento das espécies. O conceito aplica-se tanto a formações naturais como a sistemas organizados pelo homem.


54 .
Ecótono
Área limítrofe ou intermediária entre dois ecossistemas.


55 .
Ecoturismo
Denominação dada ao deslocamento de pessoas a espaços naturais delimitados e protegidos pelo Estado, iniciativa privada ou controlados em parceria com associações locais e ONGs. Pressupõe sempre uma utilização controlada da área com planejamento de uso sustentável de seus recursos naturais e culturais, por meio de estudos de impacto ambiental, estimativas da capacidade de carga e suporte do local, monitoramento e avaliação constantes, com plano de manejo e sistema de gestão responsável. É claro que todas as atividades previstas no turismo ecológico podem, em geral, ser realizadas, desde que rigorosamente observadas as restrições de uso desses espaços. No Brasil, o ecoturismo, além de ser comumente confundido com o turismo ecológico, está até o momento circunscrito a poucos casos, levando em conta que as nossas áreas de conservação e proteção ambiental ainda não dispõem de uma política integrada e de um planejamento estratégico de uso e ocupação voltados especificamente para o turismo (BENI, 1999).


56 .
Educação Ambiental
A Conferência Intergovernamental de TBILISI, em 1977, define que: "A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e clarificação de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A educação ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética que conduzem para a melhoria da qualidade de vida".


57 .
Efeito Estufa
Alguns gases que compõem a atmosfera, sobretudo o monóxido e o dióxido de carbono, retém parte do calor dos raios solares. Isso garantiu a temperatura favorável ao surgimento e evolução dos seres vivos. Ocorre que, quanto maior a concentração desses gases, maior a retenção do calor. A partir da Revolução Industrial, começou-se a emitir maior quantidade de gases, proporcionando o aumento do efeito estufa, ou aquecimento global, que está alterando as condições para a continuidade da vida no nosso planeta.(Fonte:Rede AIPA).


58 .
Enoturismo
Enoturismo é um segmento da atividade turística que se fundamenta na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e tipicidade das localidades que produzem a bebida.


59 .
Entorno
Todas as circunstâncias de uma situação ou de uma região que se situa em torno de um determinado ponto. O conjunto de todos os elementos (área verde, construções vizinhas, anexas, etc.) que interferem na paisagem do entorno.


60 .
Epífita
Planta que se apoia em troncos, galhos, pedras e outros elementos que lhe servem de suporte: um tipo de comensalismo: a epífita não retira alimento do seu apoio. Orquídeas e bromélias são epífitas


61 .
Espécie
Unidade básica de classificação dos seres vivos, com características genéticas comuns, que em condições normais reproduzem-se. Também entendida como uma unidade morfológica sistemática onde suas características externas são razoavelmente constantes, de forma que a espécie possa ser reconhecida e diferenciada das outras por seu intermédio.


62 .
Espécime
Exemplar de uma espécie viva, ou pequena quantidade, que serve para teste.


63 .
Estalactites
Formação sólida a partir do teto de cavernas, resultante de gotejamento secular


64 .
Estalagmite
Formação sólida mineral. Resultado do acúmulo, no solo,de partículas de gotejamento do teto de cavernas e subterrâneos.


65 .
Estuário
Desaguadouro de um rio no oceano formando uma saída única sendo, geralmente, afetada pelas correntes marinhas, o que impede a acumulação de sedimentos e detritos como ocorre nos Deltas.


66 .
Exótico(a)
Espécie animal ou vegetal presente em uma determinada área geográfica da qual não é originária. É introduzida, geralmente, por intervenção do homem ou então por meios naturais.


67 .
Extrativismo
Sistema de exploração baseado na coleta e extração, de modo sustentável, de recursos naturais renováveis.


68 .
Fam Tour
Uma atividade da promoção de vendas que consiste em convidar os intermediários mais influentes no seu mercado para que venham conhecer pessoalmente o local, a região ou o país receptor. Todas as despesas dos visitantes são pagas pelos empresários e pelos órgãos de turismo do local, incluindo: viagem, hospedagem, alimentação, passeios, conhecimento de manifestações folclóricas, brindes.


69 .
Fauna
Conjunto de espécies animais que vivem numa determinada área.


70 .
Flora
Conjunto de espécies vegetais de um determinado ambiente, área ou extrato geológico.


71 .
Fluxo Turístico
Todo e qualquer deslocamento de um conjunto de turistas que se movimenta de uma direção a outra, unidirecionalmente, num contexto espaço-temporal delimitado, com um ponto comum de emissão e ou um ou vários pontos de recepção. Min Turismo


72 .
Forfait
Pacote turístico montado por agência exclusivamente para um passageiro ou um grupo, de acordo com os critérios por ele determinados.


73 .
Gaia
Nome dado pela antiga civilização grega ao planeta Terra.


74 .
Gestão Ambiental
Condução, direcionamento e orientação das atividades humanas visando o desenvolvimento sustentável. Para ser efetiva, deve ser inserida no planejamento e administração da produção de bens e serviços em todos os níveis: local, regional, nacional, internacional, na administração pública e na empresarial(Fonte: Glossário Ambiental).


75 .
Herbicida
Composto químico destinado a destruir ou impedir o crescimento de ervas daninhas, ou invasoras, prejudiciais à lavoura ou vasos de plantas.


76 .
Hikking
É a caminhada de curta duração; usualmente não passa, ultrapassa um dia (SÃO PAULO, s.d.).


77 .
hotspot
Termo em Inglês utilizado para denominar locais com grande biodiversidade ameaçados de destruição.


78 .
Ictiofauna
Totalidade das espécies de peixe de uma região.


79 .
Igapó
Área de mata com água, charco, comum na região amazônica.


80 .
Igarapé
Rio pequeno, riacho; comum na região amazônica.


81 .
Impacto Ambiental
É qualquer alteração das propriedades físico-químicas ou biológicas do meio ambiente, causadas direta ou indiretamente pela ação humana, e que possam afetar a saúde, segurança, bem estar das pessoas , condições estéticas e sanitárias do ambiente, a qualidade dos recursos naturais.


82 .
Impacto do Turismo
É constituído pela gama de modificações ou pela seqüência de eventos provocados pelo processo de desenvolvimento turístico nas localidades. As variáveis que provocam os impactos têm natureza, intensidade, direções e magnitudes diversas, porém os resultados interagem e são geralmente irreversíveis quando ocorrem no meio ambiente natural. Eles têm origem em um processo de mudança e não constituem eventos pontuais resultantes de uma causa específica, como por exemplo, um equipamento turístico ou um serviço. Min Turismo


83 .
Incineração do lixo
Queima do lixo. Tradicionalmente considerado inadequado por poluir o ar. Mais recentemente desenvolveram-se usinas termelétricas voltadas à geração de energia pela queima do lixo. O método permanece polêmico.


84 .
Incineração industrial
Queima de alguns tipos de lixo(urbano, hospitalar, remédios vencidos e alimentos industrializados estragados), em altas temperaturas em fornos especiais.


85 .
Inventário Turístico
1. É o levantamento do conjunto dos recursos turísticos de uma determinada região, visando a correta ordenação e exploração do território, de forma a otimizar a utilização de seus recursos naturais e da oferta turística em geral (EMBRATUR, 1992). 2. É o processo pelo qual se registra o conjunto dos atrativos turísticos, dos equipamentos e serviços turísticos, da infra-estrutura de apoio turístico de uma determinada região, visando á correta ordenação e exploração do território, de forma a otimizar a utilização de seus recursos naturais e culturais.


86 .
Inversã